Karl Marx morreu faz dois séculos e Rozão possui 1,90m e olhos verdes, olha a vantagem!!! Assine o Manifesto. (quando eu habilitar a modalidade "assinaturas")
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
PRONUNCIAMENTO DE ALGUÉM...
Pronunciamento de Alguém ainda sem relevância.
Saúdo a todos os leitores, com um humilde: “olá, tudo bem?”.
Meu nome estará no final, por isso não atente a ele. Gostaria de compartilhar ou mesmo trocar idéias, a respeito de um recente acontecimento, o qual é chamado pelos tele-jornais de: “A tragédia no templo da Renascer”, no qual nove pessoas morreram, e um grande número de feridos, foi hospitalizado.
O fato em questão, já se transformou em assuntos nos grandes centros de filosofia popular, ou seja, “rodinhas de amigos” (a minha inclusive), mesas de bar, senhores (as) aposentados na banca de jornal, senhoras de respeito que adoram conversar entre si (sejam elas religiosas ou não) e outros exemplos que todos conhecemos.
Muitas interpretações são expostas, conclusões, convicções, porém uma que me chamou a atenção, pelo grande empenho em se encontrar um porque, se é que ele existe, foi de que “foi um aviso de deus”; “deus está cansado das coisas que estão aprontando lá” (se é que estão não cabe a eu averiguar, mas a autoridade COMPETENTE).
Você deve ter reparado, que escrevi o nome D´us, com letra minúscula, apesar de ter muito respeito por Ele, e saber que só o Senhor é D´us. Nada é por acaso, e o termo também não.
Em nosso tempo, tenho quase me espantado, de como é fácil atribuir a D´us, as culpas que são devidas aos homens. Mesmo em tempos de alta tecnologia, desenvolvimento da ciência, comunicação mundial, descobertas e evoluções, uma prática milenar ainda se mantém em voga.
Tenho a prática de respeitar as diferenças, e de tentar admirá-las, porque elas fazem a revelação da personalidade e da quão única, determinada pessoa é, porém em cima disso, quero me manifestar. Cumpre destacar, que todos estão sujeitos pensarem assim, crentes ou descrentes, de todos os níveis acadêmicos e classe social.
Quando dizemos, que D´us de alguma maneira castigou determinado grupo, ou entidade/ religião, atribuímos a Ele, um adjetivo, que não lhe pertence, o de ser MAU, INTOLERANTE, CRUEL, ALGUÉM A SER TEMIDO (no sentido de medo) e etc. Nisso, nos igualamos a todos povos da Antiguidade, tais como: Maias, Astecas, Romanos, Nórdicos, bem como aos índios brasileiros, que faziam parte da cartilha das escolas estaduais (pelo menos no Estado de São Paulo), cujos deuses se zangavam com determinadas posturas dos povos, deuses de infinitas especialidades: colheita, maré, fertilidade, guerra, prazer e etc. Esses seres eram tidos como inconstantes no humor e não se cansavam de ameaçar os homens, com horríveis penalidades a serem enviadas dos céus...bla bla bla, etc e tal.
Procuro escrever a todo tipo de pessoas, porém sei que o meu maior número de amigos, segue a fé cristã, se denominando discípulos de Jesus Cristo, o Filho de D´us. E, com base neste Jesus de Nazaré, é que defenderei a posição de que: “D´us não foi o responsável pela tragédia citada o início”. Em tópicos numéricos, será dividida a idéia:
1- No Novo Testamento, da Bíblia Sagrada, temos o advento da pessoa mais combatida; questionada; difamada; detestada; bem como: adorada; admirada; amada; estudada e etc. Falamos de Jesus de Nazaré, e Ele veio trazer ao mundo a ponte que ligaria todo o homem, novamente ao seu Criador;
2- Atentemos a premissa de que “D´us é AMOR”, quando puder e quiser, abra sua Bíblia (católica ou protestante, ou qualquer outra) no livro de João 14, e desfrute da leitura. Jesus veio redimir o homem, isso é fato, mas também te digo que Ele veio trazer redenção a maneira como pensavam a respeito do Criador, o Pai. Sim, atribuindo a Ele, assim como todos os povos pagãos, o defeito de ser vingativo/maldoso e sempre pronto a castigar;
3- Qual a postura de Jesus ? Ele foi paciente, benigno, extremamente amável, educado, liberal, sábio e qualidades que eu levaria a vida para escrever. Porém, tudo o que Ele fez, disse que aprendera com o Pai, porque via o Pai fazendo. E até, quando Ele “podia” condenar, encontrou na misericórdia e sabedoria o meio de não fazê-lo.
Conclusão:
Para não delongar nessa parte, pode-se concluir, que D´us não pode ser responsabilizado, nem parcialmente, pela tragédia ocorrida, tal colocação, é claramente uma demonstração de ignorância, intolerância ou mesmo preconceito para com os membros da Igreja em questão. Afirmando essa tal “justiça divina”, excluímos e taxamos às pessoas que congregam ali, como sendo as merecedoras ou mais pecadoras do que as outras, o que não é verdade.
Conclusão do porque não se tratar de “justiça divina”:
- Alguém parou para pensar na situação do barracão utilizado como Igreja? Se ele estava em boas condições, ou mesmo as manutenções periódicas eram feitas? Nos efeitos da falta de um preparo técnico musical, isolamento e outros? O que D´us tem haver com isso tudo ?
- Pelo que sei, para que um lugar aonde se reúne pessoas, seja qual for à finalidade, possa realmente ser utilizado, ele carece de uma liberação do órgão fiscalizador da Prefeitura do município, bem como um “sem” número de documentos burocráticos. Isso deve ser averiguado pelos órgãos competentes, devidamente pagos pelos munícipes, sem a liberação, o templo não deveria funcionar;
- Quem consegue enxergar um D´us cheio de misericórdia num momento trágico assim? O acidente aconteceu no intervalo entre os cultos, se tivesse ocorrido minutos antes ou depois, seria de proporções ainda maiores;
- Como D´us não costuma fazer acepção de pessoas, eu e você,caro leitor, se a moda da “justiça divina” pegar, temos que nos preparar, ou mesmo ficar espertos, quem sabe guardar alguns animais em nossas casas, para um eventual sacrifício, pois Ele começará a castigar todos os pecadores, até aquela mentirinha não será mais tolerada; o troco errado do mercadinho, que não fora devolvido; a ofensa a mamãe do motorista que fechou você no transito. O cerco irá se fechar (nota para o riso do autor).
Chega de tomar seu precioso tempo, devemos acreditar no que entendemos ser devido, quem gostar de ser enganado, que continue sendo, entendo ser parte do livre arbítrio dado por “você sabe quem”.
Rodolfo T. Correa
Saúdo a todos os leitores, com um humilde: “olá, tudo bem?”.
Meu nome estará no final, por isso não atente a ele. Gostaria de compartilhar ou mesmo trocar idéias, a respeito de um recente acontecimento, o qual é chamado pelos tele-jornais de: “A tragédia no templo da Renascer”, no qual nove pessoas morreram, e um grande número de feridos, foi hospitalizado.
O fato em questão, já se transformou em assuntos nos grandes centros de filosofia popular, ou seja, “rodinhas de amigos” (a minha inclusive), mesas de bar, senhores (as) aposentados na banca de jornal, senhoras de respeito que adoram conversar entre si (sejam elas religiosas ou não) e outros exemplos que todos conhecemos.
Muitas interpretações são expostas, conclusões, convicções, porém uma que me chamou a atenção, pelo grande empenho em se encontrar um porque, se é que ele existe, foi de que “foi um aviso de deus”; “deus está cansado das coisas que estão aprontando lá” (se é que estão não cabe a eu averiguar, mas a autoridade COMPETENTE).
Você deve ter reparado, que escrevi o nome D´us, com letra minúscula, apesar de ter muito respeito por Ele, e saber que só o Senhor é D´us. Nada é por acaso, e o termo também não.
Em nosso tempo, tenho quase me espantado, de como é fácil atribuir a D´us, as culpas que são devidas aos homens. Mesmo em tempos de alta tecnologia, desenvolvimento da ciência, comunicação mundial, descobertas e evoluções, uma prática milenar ainda se mantém em voga.
Tenho a prática de respeitar as diferenças, e de tentar admirá-las, porque elas fazem a revelação da personalidade e da quão única, determinada pessoa é, porém em cima disso, quero me manifestar. Cumpre destacar, que todos estão sujeitos pensarem assim, crentes ou descrentes, de todos os níveis acadêmicos e classe social.
Quando dizemos, que D´us de alguma maneira castigou determinado grupo, ou entidade/ religião, atribuímos a Ele, um adjetivo, que não lhe pertence, o de ser MAU, INTOLERANTE, CRUEL, ALGUÉM A SER TEMIDO (no sentido de medo) e etc. Nisso, nos igualamos a todos povos da Antiguidade, tais como: Maias, Astecas, Romanos, Nórdicos, bem como aos índios brasileiros, que faziam parte da cartilha das escolas estaduais (pelo menos no Estado de São Paulo), cujos deuses se zangavam com determinadas posturas dos povos, deuses de infinitas especialidades: colheita, maré, fertilidade, guerra, prazer e etc. Esses seres eram tidos como inconstantes no humor e não se cansavam de ameaçar os homens, com horríveis penalidades a serem enviadas dos céus...bla bla bla, etc e tal.
Procuro escrever a todo tipo de pessoas, porém sei que o meu maior número de amigos, segue a fé cristã, se denominando discípulos de Jesus Cristo, o Filho de D´us. E, com base neste Jesus de Nazaré, é que defenderei a posição de que: “D´us não foi o responsável pela tragédia citada o início”. Em tópicos numéricos, será dividida a idéia:
1- No Novo Testamento, da Bíblia Sagrada, temos o advento da pessoa mais combatida; questionada; difamada; detestada; bem como: adorada; admirada; amada; estudada e etc. Falamos de Jesus de Nazaré, e Ele veio trazer ao mundo a ponte que ligaria todo o homem, novamente ao seu Criador;
2- Atentemos a premissa de que “D´us é AMOR”, quando puder e quiser, abra sua Bíblia (católica ou protestante, ou qualquer outra) no livro de João 14, e desfrute da leitura. Jesus veio redimir o homem, isso é fato, mas também te digo que Ele veio trazer redenção a maneira como pensavam a respeito do Criador, o Pai. Sim, atribuindo a Ele, assim como todos os povos pagãos, o defeito de ser vingativo/maldoso e sempre pronto a castigar;
3- Qual a postura de Jesus ? Ele foi paciente, benigno, extremamente amável, educado, liberal, sábio e qualidades que eu levaria a vida para escrever. Porém, tudo o que Ele fez, disse que aprendera com o Pai, porque via o Pai fazendo. E até, quando Ele “podia” condenar, encontrou na misericórdia e sabedoria o meio de não fazê-lo.
Conclusão:
Para não delongar nessa parte, pode-se concluir, que D´us não pode ser responsabilizado, nem parcialmente, pela tragédia ocorrida, tal colocação, é claramente uma demonstração de ignorância, intolerância ou mesmo preconceito para com os membros da Igreja em questão. Afirmando essa tal “justiça divina”, excluímos e taxamos às pessoas que congregam ali, como sendo as merecedoras ou mais pecadoras do que as outras, o que não é verdade.
Conclusão do porque não se tratar de “justiça divina”:
- Alguém parou para pensar na situação do barracão utilizado como Igreja? Se ele estava em boas condições, ou mesmo as manutenções periódicas eram feitas? Nos efeitos da falta de um preparo técnico musical, isolamento e outros? O que D´us tem haver com isso tudo ?
- Pelo que sei, para que um lugar aonde se reúne pessoas, seja qual for à finalidade, possa realmente ser utilizado, ele carece de uma liberação do órgão fiscalizador da Prefeitura do município, bem como um “sem” número de documentos burocráticos. Isso deve ser averiguado pelos órgãos competentes, devidamente pagos pelos munícipes, sem a liberação, o templo não deveria funcionar;
- Quem consegue enxergar um D´us cheio de misericórdia num momento trágico assim? O acidente aconteceu no intervalo entre os cultos, se tivesse ocorrido minutos antes ou depois, seria de proporções ainda maiores;
- Como D´us não costuma fazer acepção de pessoas, eu e você,caro leitor, se a moda da “justiça divina” pegar, temos que nos preparar, ou mesmo ficar espertos, quem sabe guardar alguns animais em nossas casas, para um eventual sacrifício, pois Ele começará a castigar todos os pecadores, até aquela mentirinha não será mais tolerada; o troco errado do mercadinho, que não fora devolvido; a ofensa a mamãe do motorista que fechou você no transito. O cerco irá se fechar (nota para o riso do autor).
Chega de tomar seu precioso tempo, devemos acreditar no que entendemos ser devido, quem gostar de ser enganado, que continue sendo, entendo ser parte do livre arbítrio dado por “você sabe quem”.
Rodolfo T. Correa
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
A RESTAURAÇÃO DO INFERNO - Parte I
Agradecimentos ao amigo PAULO BRABO, seu site é uma de nossas indicações.
Isto aconteceu quando Jesus revelava sua doutrina aos homens
Por Paulo Brabo
Leon Tolstói
I
Isto aconteceu quando Jesus revelava sua doutrina aos homens.
Seu ensino era tão claro, tão fácil de seguir e salvava os homens do mal de forma tão evidente que parecia impossível que não fosse aceito, ou que algo impedisse a sua disseminação.
Belzebu, pai e soberano de todos os demônios, ficou apreensivo. Ele via claramente que seu poder sobre os homens terminaria para sempre, a não ser que Jesus renunciasse ao seu ensino. Ficou apreensivo mas não perdeu as esperanças, e incitou os escribas e fariseus, seus obedientes servos, a que insultassem e atormentassem Jesus o máximo que pudessem, e aconselhou os discípulos de Jesus a que fugissem e o abandonassem. Ele esperava que a condenação a uma execução vergonhosa, a humilhação e o abandono por parte de todos os seus discípulos, e finalmente o sofrimento e a condenação em si, levariam Cristo a renunciar ao seu ensino no último momento, e que essa renúncia destruísse todo o seu poder.
A questão foi decidida na cruz. Quando Cristo exclamou: “Meu Deus, Meu Deus, por que me desemparaste?”, Belzebu exultou. Tomou os grilhões que tinha preparado para Jesus e experimentou-os em suas próprias pernas, ajustando-as de modo a que não se soltassem quando colocadas em Jesus.
De repente, no entanto, ouviram-se da cruz as seguintes palavras:
– Pai, perdoe-os porque eles não sabem o que fazem.
Depois disso Cristo exclamou: “Está consumado!” e entregou o espírito.
"Belzebu compreendeu que tudo estava perdido."
Belzebu compreendeu que tudo estava perdido. Tentou libertar as pernas dos grilhões e fugir, mas não conseguiu sair do lugar. Os grilhões haviam se soldado a ele, e atavam seus próprios membros.
Tentou usar suas asas, mas não conseguiu estendê-las. E Belzebu viu como Cristo apareceu nos portões do inferno com uma auréola de luz, e como os pecadores, de Adão a Judas, saíram, e como os diabos fugiram, e como os próprios muros do inferno desabaram em silêncio em todas as quatro laterais. Incapaz de suportar mais disso, caiu pelo assoalho despedaçado, com um grito lancinante, para as regiões inferiores.
Fim da parte I
Isto aconteceu quando Jesus revelava sua doutrina aos homens
Por Paulo Brabo
Leon Tolstói
I
Isto aconteceu quando Jesus revelava sua doutrina aos homens.
Seu ensino era tão claro, tão fácil de seguir e salvava os homens do mal de forma tão evidente que parecia impossível que não fosse aceito, ou que algo impedisse a sua disseminação.
Belzebu, pai e soberano de todos os demônios, ficou apreensivo. Ele via claramente que seu poder sobre os homens terminaria para sempre, a não ser que Jesus renunciasse ao seu ensino. Ficou apreensivo mas não perdeu as esperanças, e incitou os escribas e fariseus, seus obedientes servos, a que insultassem e atormentassem Jesus o máximo que pudessem, e aconselhou os discípulos de Jesus a que fugissem e o abandonassem. Ele esperava que a condenação a uma execução vergonhosa, a humilhação e o abandono por parte de todos os seus discípulos, e finalmente o sofrimento e a condenação em si, levariam Cristo a renunciar ao seu ensino no último momento, e que essa renúncia destruísse todo o seu poder.
A questão foi decidida na cruz. Quando Cristo exclamou: “Meu Deus, Meu Deus, por que me desemparaste?”, Belzebu exultou. Tomou os grilhões que tinha preparado para Jesus e experimentou-os em suas próprias pernas, ajustando-as de modo a que não se soltassem quando colocadas em Jesus.
De repente, no entanto, ouviram-se da cruz as seguintes palavras:
– Pai, perdoe-os porque eles não sabem o que fazem.
Depois disso Cristo exclamou: “Está consumado!” e entregou o espírito.
"Belzebu compreendeu que tudo estava perdido."
Belzebu compreendeu que tudo estava perdido. Tentou libertar as pernas dos grilhões e fugir, mas não conseguiu sair do lugar. Os grilhões haviam se soldado a ele, e atavam seus próprios membros.
Tentou usar suas asas, mas não conseguiu estendê-las. E Belzebu viu como Cristo apareceu nos portões do inferno com uma auréola de luz, e como os pecadores, de Adão a Judas, saíram, e como os diabos fugiram, e como os próprios muros do inferno desabaram em silêncio em todas as quatro laterais. Incapaz de suportar mais disso, caiu pelo assoalho despedaçado, com um grito lancinante, para as regiões inferiores.
Fim da parte I
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
ADIOS MUCHACHOS !!!!
Esse texto, eu retirei do Infinita Highway, que retirou do Pavablog, que retirou do Gondim, e assim a nave voa.
Chegou a hora de dizer muito obrigado.
Muito obrigado por me teres deixado com a sensação de que vivia protegido. Por anos, senti-me escoltado por um vigilante pastor. Caso não te imaginasse cuidadoso, covarde como sou, talvez não conseguisse encarar os percalços que se repetiram por minha história.
Muito obrigado por não me corrigires quando, influenciado por uma espiritualidade utilitária, te pedi o que comer e o que vestir. Por me fazer tão dependente, acabei não dando asas à arrogância que escondia.
Muito obrigado pelas primeiras influências de minha caminhada espiritual. Colocaste-me para trabalhar junto de gente sincera, ingênua, nobre, inconseqüente, bondosa, torpe. Devo a todos, o critério ético, a responsabilidade humana e os escrúpulos espirituais que fui forçado a admitir.
Muito obrigado pelos livros que colocaste à minha disposição. Sob tua tutela devorei inúmeros compêndios de teologia sistemática e me familiarizei com os pressupostos cartesianos da fé. Bebi com a mesma avidez de autores liberais e fundamentalistas. De coração aberto, li os melhores manuais exegéticos, estudei as hermenêuticas mais ortodoxas. Fui um discípulo aplicado, sempre esforçado para exceder em minha dedicação.
Também chegou a hora de me despedir, preciso entrar em uma nova fase.
Preciso viver uma espiritualidade madura que não careça de milagres, que não espere salvamentos espetaculares. Olho para trás e noto os processos pedagógicos que visavam preparar-me para esta vida autônoma. Responsavelmente cônscio que és Pai, reconheço que tu me treinavas para voar e talhar o meu destino no granito. Arrisco-me a dar os primeiros passos sem depender de teus sucessivos amparos.
Preciso viver uma espiritualidade solidária que não busca livramentos sobrenaturais. Enquanto houver uma criança abandonada em algum campo de refugiados das Nações Unidas, enquanto houver um hospital com macas no corredor, não pedirei qualquer bônus sobrenatural.
Não quero privilégios divinos que me distingam. Espero apenas um milagre: ouvir o teu lamento e a tua indignação por tanta morte desnecessária. Concede-me sensibilidade para acolher o teu apelo e ser ao mesmo tempo pregoeiro da justiça e bom samaritano.
Preciso viver a fé como coragem. Não transformarei a minha relação contigo em uma fuga existencial. Enfrentarei as adversidades, celebrarei as conquistas, suportarei o tédio, lamentarei as ruínas, confiando que os valores propostos por Jesus de Nazaré são suficientes para me fazerem mais que vitorioso.
Assim, dou adeus à minha infância espiritual. Claudicante, engatinho rumo à maturidade. Admito que ainda tenho muito chão pela frente. Sigo, porém, a carreira que me foi proposta com o coração vibrante.
Soli Deo Gloria.
Ricardo Gondim
Chegou a hora de dizer muito obrigado.
Muito obrigado por me teres deixado com a sensação de que vivia protegido. Por anos, senti-me escoltado por um vigilante pastor. Caso não te imaginasse cuidadoso, covarde como sou, talvez não conseguisse encarar os percalços que se repetiram por minha história.
Muito obrigado por não me corrigires quando, influenciado por uma espiritualidade utilitária, te pedi o que comer e o que vestir. Por me fazer tão dependente, acabei não dando asas à arrogância que escondia.
Muito obrigado pelas primeiras influências de minha caminhada espiritual. Colocaste-me para trabalhar junto de gente sincera, ingênua, nobre, inconseqüente, bondosa, torpe. Devo a todos, o critério ético, a responsabilidade humana e os escrúpulos espirituais que fui forçado a admitir.
Muito obrigado pelos livros que colocaste à minha disposição. Sob tua tutela devorei inúmeros compêndios de teologia sistemática e me familiarizei com os pressupostos cartesianos da fé. Bebi com a mesma avidez de autores liberais e fundamentalistas. De coração aberto, li os melhores manuais exegéticos, estudei as hermenêuticas mais ortodoxas. Fui um discípulo aplicado, sempre esforçado para exceder em minha dedicação.
Também chegou a hora de me despedir, preciso entrar em uma nova fase.
Preciso viver uma espiritualidade madura que não careça de milagres, que não espere salvamentos espetaculares. Olho para trás e noto os processos pedagógicos que visavam preparar-me para esta vida autônoma. Responsavelmente cônscio que és Pai, reconheço que tu me treinavas para voar e talhar o meu destino no granito. Arrisco-me a dar os primeiros passos sem depender de teus sucessivos amparos.
Preciso viver uma espiritualidade solidária que não busca livramentos sobrenaturais. Enquanto houver uma criança abandonada em algum campo de refugiados das Nações Unidas, enquanto houver um hospital com macas no corredor, não pedirei qualquer bônus sobrenatural.
Não quero privilégios divinos que me distingam. Espero apenas um milagre: ouvir o teu lamento e a tua indignação por tanta morte desnecessária. Concede-me sensibilidade para acolher o teu apelo e ser ao mesmo tempo pregoeiro da justiça e bom samaritano.
Preciso viver a fé como coragem. Não transformarei a minha relação contigo em uma fuga existencial. Enfrentarei as adversidades, celebrarei as conquistas, suportarei o tédio, lamentarei as ruínas, confiando que os valores propostos por Jesus de Nazaré são suficientes para me fazerem mais que vitorioso.
Assim, dou adeus à minha infância espiritual. Claudicante, engatinho rumo à maturidade. Admito que ainda tenho muito chão pela frente. Sigo, porém, a carreira que me foi proposta com o coração vibrante.
Soli Deo Gloria.
Ricardo Gondim
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
EU ME RECUSO !!!!!

Palavra-chave : RECUSA
Para bom entendimento de você que costuma ler a Bíblia, sugiro alguns versículos “chavões”, com todo o respeito a eles: SALMOS 23, 43, 91; EZEQUIEL 37; DEUTERONOMIO 28 (Vers. de 1 à 13, o cap. 27 é deixado de fora propositalmente); JUIZES 6 e 7 (Gideão); JOEL 2 (eiras e lagares transbordando); MALAQUIAS 3 (dizimo e medo) e etc.
Caro leitor, para você começar a entender a proposta deste “escrito”, é direcionar àqueles que dizem “militar” nas fileiras do Eterno a algum tempo, traduzindo: “VOCÊ SE CONVERTEU A CRISTO, FOI BATIZADO, ESTÁ INDO NA IGREJA E TUDO MAIS”. Ou no mínimo adquiriram certa experiência em caminhar com D´us.
Ao amigo, novo convertido, encantando com o mundo que está descobrindo, Rozão, o “quase-velho” diz: Mano, mama todo o colostro espiritual (uau !!!), rico em FIRMEZA, FORÇA, FÉ e SABEDORIA CONTIDA NA PALAVRA, que o Eterno está querendo te mandar.
Há pouco tempo, entendo ter obtido um entendimento a respeito de um assunto que passo a expor.
Na minha vida, acabou por “brotar” à vontade de RECUSAR certas coisas (espaço gospel: UAU !!! Cigarro, Cachaça...), e uma delas é RECUSAR as palavras de alguns Profetas (“P” maiúsculo, porque foram realmente), e é aí que isto vai te chocar, porque são certas palavras de DAVI, EZEQUIEL, JOEL, MOISES e etc.
E porque digo tudo isso? Consegui pela GRAÇA e MISERICORDIA o DISCERNIMENTO de que, em nossas igrejas, com as mais diversas e abençoadas “campanhas”, acabamos por abraçar certos ensinos, que somente satisfazem o vampiro que está habitando em nossa alma. Bradamos aos quatro ventos as verdades dos falecidos Profetas, cortamos e tiramos o contexto de todo um Livro, encaixando isso a nossa tentação: DINHEIRO, FAMA, SUCESSO, BENS e etc.
Mas você pode e deve fazer a mim suas perguntas: “Ó ilustre e tão auto-suficiente metido a pregador, isso tudo é Bíblia, parte dela. Você preenche esse vazio com o que? E porque?”.
O autor pobretão e pecador te respondem: “Meu amado, eu só recuso esses ensinos, porque me recordei do fato de que toda a Lei e os Profetas se cumpriram em JESUS, que é o Senhor, legalmente assentado a direita do Eterno, que está vivo e presente em tudo e todos e além de tudo nos prometeu: “EU ESTAREI CONTIGO TODOS OS DIAS ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS SECULOS E ASSIM SEJA (AMEM). Mt.28”.
Ele, que continua vivo, deixou simples e objetivas instruções àqueles que se têm por discípulos DELE, e elas abrangem todas as áreas da vida (física, espiritual, psicológica, financeira e etc).
RECUSO-me a colocar os meus interesses mesquinhos diante do trono do Eterno, bem como usar Sua Palavra para “requerer” Sua Majestade, como se D´us fosse algum tipo de portador de doença degenerativa neurológica (Alzheimer, por exemplo).
Mais respeito e bom senso para com ELE fazem bem ao homem.
Tentando simplificar a sua procura pela Glória de D´us, use o mais belo sermão do Universo, digno da seguinte declaração:
“Ainda que se queimassem todos os escritos do Planeta Terra, e restasse somente o Sermão da Montanha, nada teria se perdido.”
GANDHI
Sermão da Montanha (O Messias, Mt.5,6 e 7), comece por lá...é um conselho.
Forte e exagerado abraço. "Minha casa telefone..."
Rozon
Para bom entendimento de você que costuma ler a Bíblia, sugiro alguns versículos “chavões”, com todo o respeito a eles: SALMOS 23, 43, 91; EZEQUIEL 37; DEUTERONOMIO 28 (Vers. de 1 à 13, o cap. 27 é deixado de fora propositalmente); JUIZES 6 e 7 (Gideão); JOEL 2 (eiras e lagares transbordando); MALAQUIAS 3 (dizimo e medo) e etc.
Caro leitor, para você começar a entender a proposta deste “escrito”, é direcionar àqueles que dizem “militar” nas fileiras do Eterno a algum tempo, traduzindo: “VOCÊ SE CONVERTEU A CRISTO, FOI BATIZADO, ESTÁ INDO NA IGREJA E TUDO MAIS”. Ou no mínimo adquiriram certa experiência em caminhar com D´us.
Ao amigo, novo convertido, encantando com o mundo que está descobrindo, Rozão, o “quase-velho” diz: Mano, mama todo o colostro espiritual (uau !!!), rico em FIRMEZA, FORÇA, FÉ e SABEDORIA CONTIDA NA PALAVRA, que o Eterno está querendo te mandar.
Há pouco tempo, entendo ter obtido um entendimento a respeito de um assunto que passo a expor.
Na minha vida, acabou por “brotar” à vontade de RECUSAR certas coisas (espaço gospel: UAU !!! Cigarro, Cachaça...), e uma delas é RECUSAR as palavras de alguns Profetas (“P” maiúsculo, porque foram realmente), e é aí que isto vai te chocar, porque são certas palavras de DAVI, EZEQUIEL, JOEL, MOISES e etc.
E porque digo tudo isso? Consegui pela GRAÇA e MISERICORDIA o DISCERNIMENTO de que, em nossas igrejas, com as mais diversas e abençoadas “campanhas”, acabamos por abraçar certos ensinos, que somente satisfazem o vampiro que está habitando em nossa alma. Bradamos aos quatro ventos as verdades dos falecidos Profetas, cortamos e tiramos o contexto de todo um Livro, encaixando isso a nossa tentação: DINHEIRO, FAMA, SUCESSO, BENS e etc.
Mas você pode e deve fazer a mim suas perguntas: “Ó ilustre e tão auto-suficiente metido a pregador, isso tudo é Bíblia, parte dela. Você preenche esse vazio com o que? E porque?”.
O autor pobretão e pecador te respondem: “Meu amado, eu só recuso esses ensinos, porque me recordei do fato de que toda a Lei e os Profetas se cumpriram em JESUS, que é o Senhor, legalmente assentado a direita do Eterno, que está vivo e presente em tudo e todos e além de tudo nos prometeu: “EU ESTAREI CONTIGO TODOS OS DIAS ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS SECULOS E ASSIM SEJA (AMEM). Mt.28”.
Ele, que continua vivo, deixou simples e objetivas instruções àqueles que se têm por discípulos DELE, e elas abrangem todas as áreas da vida (física, espiritual, psicológica, financeira e etc).
RECUSO-me a colocar os meus interesses mesquinhos diante do trono do Eterno, bem como usar Sua Palavra para “requerer” Sua Majestade, como se D´us fosse algum tipo de portador de doença degenerativa neurológica (Alzheimer, por exemplo).
Mais respeito e bom senso para com ELE fazem bem ao homem.
Tentando simplificar a sua procura pela Glória de D´us, use o mais belo sermão do Universo, digno da seguinte declaração:
“Ainda que se queimassem todos os escritos do Planeta Terra, e restasse somente o Sermão da Montanha, nada teria se perdido.”
GANDHI
Sermão da Montanha (O Messias, Mt.5,6 e 7), comece por lá...é um conselho.
Forte e exagerado abraço. "Minha casa telefone..."
Rozon
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A long time ago...

... em uma galáxia não muito distante, uma explosão fisíco/eletrônica, comparada a uma "Super Nova", gerou um UNIVERSO PARALELO àquele conhecido. Sim um local aonde seres dotados de vida própria e elevada capacidade de raciocínio, aliado a um sentimento nobre, que em nosso Universo chamamos de AMOR, habitam de maneira harmônica e pacífica.
Usando este meio de comunicação virtual, eles pedem acesso ao nosso mundo, visando "ajudar".
Será que são confiáveis ?
É o que veremos a seguir...
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