Shabbath, para os judeus e meus convivas adventistas. Nas Sagradas Escrituras, o dia em que o SENHOR D´US, “descansou” após ter criado aquilo que conhecemos como TUDO.
Para bom entendedor, “meia palavra” basta. Estou falando sobre o sábado, dia esse que é debatido pela cristandade “reformada”, se devem guardar ou não, os porquês e o que mais em questão, você, caro leitor puder inventar em sua mente fértil. Para os irmãos de Roma, o sábado cultual passou a ser no domingo, um "salve" para o mano, Imperador Constantino que implementou essa.
Destaco para você, ilustre amigo, que se dispõe em ler, o meu “burn it all”(sendo educado em não citar palavrões que seriam apropriados aqui), para as discussões nesse sentido. Respeito quem guarda, bem como quem não o faz.
Esse pequeno texto, tem o objetivo de trazer algum entendimento, ou lição tirada de algo que eu possa ter feito ou deixado de fazer.
NON SENSE
No sábado último, tive o prazer de sair para desfrutar de momentos agradáveis ao lado de um santo amigo, o nobre e angelical Celso Franco (conheça no meu orkut). E o que fizemos ???
NENHUMA ATIVIDADE SERVIL FAREIS
Uma ida ao Armindão, tomar Coca-Cola 1lt, na garrafa de vidro, copo americano, com torresmo do Expedito. Na segunda parte, cascão da Sergel. Uma tarde inteira de bate-papo, comendo besteira, e celebração da amizade, mesmo sem saber.
Em meio a tudo, tive o pensamento pagão: “Existe vida além dos ensaios para o culto.”
Antes, eu era vinculado a tudo isso, regras, horários, cultos e etc. Tudo pensando que somente assim agradaria a Elohim. Por favor, não imagine que estou minimizando quem ensaia, toca, canta, dança, limpa ou qualquer outra coisa dentro da Igreja. Pelo contrário, tento ser como Paulo, o apóstolo, crendo que se estas pessoas fazem isso para DEUS, amém. Se o deixam de fazer e também o fazem para DEUS, amém.
TOLERÂNCIA
Moral........................................não tem moral. Faça o que entende dever ser feito, ou não. De preferência, lembre-se do teu Criador nos dias da tua mocidade (Ec.) e não estou chamando de “moço” apenas os de faixa etária baixa, mas sim todos que se permitem uma reciclagem e aprender durante o curso da vida.
Seja amigo, como Celso foi e é meu amigo. Agradeço a este companheiro, pela descontração de sempre, que me serve de “balsamo” para os dias difíceis e chatos de uma semana inteira.
Efusivos abraços. RTC1
Karl Marx morreu faz dois séculos e Rozão possui 1,90m e olhos verdes, olha a vantagem!!! Assine o Manifesto. (quando eu habilitar a modalidade "assinaturas")
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sábado, 31 de outubro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
A Igreja que não existe mais...
Reflexão simples e lúcida do Ariovaldo Ramos, recomendo aos amigos.
Desviei do Pava, básico...
“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2. 43-47
Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.
Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum)– os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo a disposição de todos.
Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.
Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.
Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.
O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje. (MT 6.9) ” estava respondido, e diariamente.
Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.
Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.
Essa Igreja não existe mais! Leia +.
Ariovaldo Ramos
http://www.pavablog.blogspot.com
http://logoarinoblog.blogspot.com
Desviei do Pava, básico...
“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2. 43-47
Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.
Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum)– os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo a disposição de todos.
Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.
Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.
Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.
O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje. (MT 6.9) ” estava respondido, e diariamente.
Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.
Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.
Essa Igreja não existe mais! Leia +.
Ariovaldo Ramos
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